Hotéis Deville

ENTENDA O MERCADO DE CÂMBIO

VENDAS · 18.05.10 18:02

Quem não entende de economia já se dá por satisfeito ao saber que em épocas de crise e fuga de investimentos, viajar para outros países geralmente não é a melhor decisão - porque vai custar mais. Mas como e por que isso acontece?

Cada país tem uma moeda que determina o valor dos produtos e serviços. Fora do país, porém, uma moeda precisa ser comparada a outras para ter valor. Esse valor atribuído é chamado de taxa de câmbio e é ele que oscila, de acordo com a valorização ou desvalorização da moeda.

A compra e a venda de moedas são feitas no chamado mercado de câmbio. No Brasil, ele é dividido em três: o mercado flutuante ou turismo, o mercado livre ou comercial e o mercado paralelo. O primeiro inclui operações ligadas ao turismo, doações, heranças, manutenção de residentes e até tratamento de saúde. O segundo é constituído por operações ligadas à importação e exportação, investimentos estrangeiros e pagamento ou recebimento por serviços. Já o mercado paralelo é aquele não-regulamentado.

Mercado de câmbio e o turismo
Afinal, como e por que fica mais caro viajar quando o país passa por uma crise? As crises, assim como tantos outros fatores internos e externos de um país, causam a valorização ou a desvalorização das moedas.

Numa época em que ocorre a desvalorização do real, por exemplo, uma viagem ao exterior pode custar muito mais porque o dólar acaba custando mais caro para nós, brasileiros. Se o dólar encarece, todos os gastos que teríamos nessa viagem aumentam. Dessa forma, viagens ao exterior não são muito populares em momentos assim.

moeda.jpgContudo, quando o contrário acontece, as viagens ao exterior tornam-se mais baratas, já que daí é possível "comprar mais com a mesma quantidade de dinheiro".

A venda de viagens está, portanto, diretamente relacionada ao mercado de câmbio. Os profissionais da área que estiverem atentos ao mercado e prontos para sugerir outras opções para aqueles que pretendem viajar, mas que desanimam com o alto custo das viagens em determinadas épocas, podem sair ganhando.

VALORIZE SEU PERFIL PROFISSIONAL

VENDAS · 15.04.10 18:03

Crescimento profissional? Segmentos promissores? Mercado saturado? Esqueça tudo isso. Há espaço para tudo e para todos. Para ser um bom profissional na área de viagens e turismo, valorize seu próprio perfil


Esperar que a empresa invista nos profissionais nem sempre é a melhor opção para quem trabalha no ramo de viagens. Burocracias, alocação de verba e outros fatores podem tornar o processo de qualificação mais lento. A recomendação para quem deseja dar um upgrade no currículo é sair na frente e ir atrás do aprimoramento pessoal. Cícero Vilela, Diretor de Marketing e Vendas da Rede de Hotéis Deville, aponta algumas das qualificações técnicas mais interessantes que podem fazer a diferença no seu currículo.

Aprender idiomas
O mercado de trabalho exige fluência em pelo menos uma língua, sendo que o inglês é obrigatório para quem trabalha com turismo. Para quem tem pouco tempo ou dinheiro para frequentar as aulas, a dica são os cursos via web. No site Weblinguas (www.weblinguas.com.br) o aluno faz a imersão online na língua que está estudando e ainda fazer lições e acompanhamento via e-mail. No Language Guide (www.languageguide.org) o aluno encontra arquivos de áudio e aulas para e-learning em 11 idiomas.

Dominar conhecimentos gerais e atualidades
Utilizar os minutinhos vagos do dia entre uma tarefa e outra para manter-se atualizado nas notícias do Brasil e do mundo parece rotina, mas faz muita diferença. Entender o que está acontecendo mundo afora contribui para compreender certas movimentações no turismo e nos negócios.

Utilizar os sistemas de distribuição (GDS)

Quase todas as agências e empresas do segmento de viagens já utilizam sistemas de distribuição  (GDS) em seu dia-a-dia.  Agora, ao invés de passar horas no telefone tentando as melhores cotações em viagens e reservas, uma consulta ao
GDS permite montar o melhor pacote para o cliente. Por isso, conhecer esses
sistemas a fundo agiliza o fluxo de trabalho. Você ganha tempo, a empresa ganha clientes.
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Estimular diferenciais pessoais
Valorizar suas características pessoais mais úteis no trabalho faz de você um profissional diferenciado.
Viajar sempre que possível, ter senso de organização e de responsabilidade, participar de cursos de atendimento ao cliente e estimular a criatividade na solução de pequenos problemas do dia-a-dia são pequenas práticas que diferenciam profissionais com formações similares.

Lembre-se que o aprimoramento é uma constante na vida profissional. Manter-se atento aos movimentos do mercado e estar sempre em busca de novidades, novas ferramentas e cursos faz com que você esteja sempre à frente.

REVENUE MANAGEMENT

VENDAS · 10.03.10 12:15

Com o fim das férias de verão, começa uma outra temporada para os agentes de viagens: a procura por viagens de negócios, que volta a  crescer. Também cresce a demanda por pacotes turísticos diferenciados, que fogem do lugar comum das altas temporadas. O Gerenciamento de Receitas, ou Revenue Management, surgiu no início dos anos 80, como uma prática de otimização de receitas nas vendas das companhias aéreas, conceito que começou a ser adotado também pelas cadeias hoteleiras no fim dos anos 80. É uma das técnicas que promovem a excelência em gestão de turismo. E vale para todas as temporadas: altas, baixas, férias, negócios...

Segundo Waléria Fenato, Gerente de Receitas da Rede de Hotéis Deville, o conceito mais comum utilizado para traduzir a prática do gerenciamento de receitas foi atribuído por Robert Cross, conhecido como o "guru do revenue": vender o produto certo, para o cliente certo, no momento certo.  Fazer o gerenciamento de receitas consiste em conhecer de forma detalhada e precisa o comportamento do consumidor, e consequentemente o comportamento do mercado. Com base em dados históricos e conhecendo detalhes deste comportamento como antecedência para fazer reservas, tempo médio de permanência etc., é possível avaliar e definir a melhor forma de venda para cada segmento de mercado.

As estratégias definidas a partir do conhecimento do passado, da análise do presente e da projeção futura alteram-se à medida em que o consumidor reage às mesmas. Surge aí o conceito de tarifas dinâmicas - ou preços variáveis - já bastante difundido pelas companhias aéreas, onde é comum obter diferentes preços e condições de acordo com o momento da sua compra.

O exercício constante de RM nos hotéis permite que a gestão seja mais rentável, evitando algumas "armadilhas" , como vender tarifas muito baixas quando a demanda está em queda. Dificilmente, neste cenário, as tarifas baixas geram o aumento da demanda- o que acontece é uma perda de rentabilidade e a desvalorização do produto para o cliente. Por outro lado, a gestão de receitas aponta caminhos para o melhor mix de venda (respeitando as características de cada segmento) quando a demanda está aquecida (alta ocupação).

REDX - ENTENDA A PLATAFORMA GDS UTILIZADA PELA REDE DEVILLE DE HOTÉIS

VENDAS · 05.02.10 17:22

Além do conforto e atendimento personalizado que oferece a seus hóspedes, a rede de hotéis Deville trabalha com uma das mais modernas e eficientes ferramentas de informações de viagem (CRS - Central Reservation System): o sistema RedX, desenvolvido pela SynXis.

O CRS da SynXis conecta o  hotel a diversos canais; como o GDS  (utilizado pelas agências e operadoras de viagens) e o IDS (Internet Distribution System), que desenvolve a ferramenta de reservas online do site do próprio hotel. Somente pelo GDS, o RedX dos hotéis Deville está conectado às 4 principais redes: Sabre, Amadeus, Galileo e Wordlspan, fazendo parte de um sistema de pesquisa mundial que abrange quase 100 mil hotéis, mais de 400 companhias aéreas e mais de 20 locadoras de automóveis.

A plataforma RedX garante agilidade no atendimento dos clientes e confiabilidade nas pesquisas e reservas. Isso só é possível porque o sistema da SynXis centraliza a distribuição das informações de viagens de inúmeros canais, trazendo ao operador dados atualizados sobre reservas, horários, tarifas, pacotes e promoções.

Facilidade para os agentes de viagens, que em poucos segundos conseguem reservar passagens aéreas, hotéis, carros e cruzeiros em quase todos os lugares do mundo. Tranqüilidade para o cliente que busca conforto e confiabilidade na hora de organizar sua viagem, seja de férias ou de negócios.

Felipe Amorim, gerente de vendas da SynXis, explica que o sistema oferece autonomia tanto para as operadoras de turismo quanto para os próprios clientes: "No GDS temos agências que atendem a pessoas físicas e jurídicas buscando tarifas e promocionais. No IDS, temos pessoas físicas que planejam suas próprias viagens na web em busca de bons negócios. E no próprio site do hotel temos o canal de maior crescimento, já que o cliente tem uma percepção de confiabilidade ao comprar diretamente na página do hotel, sem intermediários. Portanto, é desejável que o impacto seja mínimo e que o cliente encontre a melhor tarifa disponível para o período que esteja procurando, independente do canal que este escolhe utilizar".

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