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VIAGENS · 02.03.11 14:32
O dia 2 de março foi escolhido para celebrar o Dia Nacional do Turismo. E para quem é fã de viagens, separamos alguns dos nossos artigos sobre turismo e viagens ao redor do mundo. Confira e aproveite para escolher seus próximos destinos!
Jantando no escuro: conheça o Dans Le Noir?, um restaurante onde comer é uma verdadeira experiência sensorial. A matéria Viagens de conhecimento detalha um pouco da rotina de quem passa meses fazendo mochilão.. E se cafés são um ponto indispensável de qualquer viagem que você faz, relembre a matéria Cafés do Mundo e veja curiosidades sobre o hábito do cafezinho em várias partes do planeta.

Ainda pensando em viajar pra fora do país? Aqui você descobre como é o processo para ter dupla cidadania, e na matéria Burocracia sim, stress não, dicas para tirar o passaporte e resolver outras pendências antes de embarcar.
Por fim, um giro por todas as cidades onde o Deville está. Escolha seu destino e boa viagem!
VIAGENS · 22.02.11 09:53
Este ano a rede de Hotéis Deville iniciou novos projetos de divulgação da marca e interação com o cliente na internet. A primeira novidade é o lançamento do portal colaborativo Salvador D+, que já pode ser acessado pelo endereço eletrônico www.salvadordemais.com.br . O site funciona como uma rede de relacionamentos onde os próprios visitantes promovem o conteúdo, enviando dicas sobre viagens, turismo e atrações em Salvador, além da participação em concursos culturais promovidos pelo portal. Outra ação é o novo perfil da rede hoteleira no Twitter, que agora passa a ser @hoteis_deville.
 De acordo com a gerente de marketing da rede de hotéis Deville, Cristhiane Pinto, o lançamento do portal colaborativo faz parte da primeira etapa de ampliação da marca Deville nas redes sociais, que precede a criação de outros portais nas cidades onde a rede hoteleira atua. “A ideia é aumentar a exposição da marca nas principais redes sociais utilizadas pelos nossos consumidores. Começamos esta experiência no ano passado com o blog Check-in Deville, que registrou um retorno interessante dos internautas, com participações nas promoções e sugestões de conteúdo. A expectativa agora é aumentar a interação e o número de participantes nestes novos canais”, explica. Dentre os serviços oferecidos no portal Salvador D+ está a “Galeria D Arte”, que é um espaço onde o público poderá enviar fotos de Salvador e fazer comentários sobre as imagens. Também existe a seção “1 Só”, que traz as dicas de lazer, turismo, gastronomia e roteiros culturais indicadas pelos internautas. O primeiro concurso cultural promovido pelo portal será o “Por que Salvador é demais?”. O autor da melhor resposta vai ganhar um verdadeiro “final de semana de rei” no Deville Salvador, com direito a city tour e massagem relaxante (mais detalhes no regulamento no site). Quem vai escolher o vencedor serão os próprios internautas, que farão a votação clicando no botão “Curtir” na página do portal.
VIAGENS · 10.02.11 10:27
Estar no escuro é uma situação que vai contra ao instinto do ser humano: gera medo, receio, aflição. Já imaginou fazer uma refeição na escuridão total? A primeira coisa que vem à mente é “mas como vou saber o que estou comendo?”. Pois é... não vai.
Essa é a premissa do restaurante Dans Le Noir?: comer no escuro e ter uma experiência completamente diferente, um processo sensorial, quase pedagógico. Fundado em Paris, em 2004, e hoje com restaurantes em Londres, Moscou, Nova York e Barcelona, o Dans Le Noir? é um dos restaurantes “às cegas” no mundo.
Outros já existem, como o O.noir, em Montreal, no Canadá, que também tem franquias em outras cidades, e até mesmo o Ateliê no Escuro, em São Paulo, que não dispõe de uma sede física, mas realiza os jantares “cegos” como eventos, em espaços privados. O principal objetivo destes estabelecimentos, além de ampliar a experiência trivial de comer, ocultando a visão e aguçando os demais sentidos, é chamar a atenção para a deficiência visual.
Ainda que não seja o único no mundo, o Dans Le Noir? de Londres é o maior restaurante escuro em funcionamento hoje. Com espaço para 60 pessoas sentadas em seu salão e 20 garçons deficientes visuais – pois não há pessoas que trabalhem melhor em tais circunstâncias – conseguir jantar lá pode exigir uma espera de duas semanas ou mais. E caso você esteja se perguntando: a cozinha é iluminada e todos os chefs vêem o que estão fazendo.

A designer Ana Carolina Oliveira, 27 anos, teve a oportunidade de jantar com uma amiga no Dans Le Noir? de Londres. Segundo a designer, há um bar ainda iluminado, antes do salão de jantar. Neste ambiente, você pode escolher seu cardápio. Há quatro opções: azul (frutos do mar), verde (vegetariano), vermelho (carne vermelha) e branco (surpresa completa). Além disso, você escolhe se quer entrada, prato principal e sobremesa, ou se só prato principal e sobremesa. Se decidir tomar vinho, a escolha também é por conta da casa, harmonizado com seu prato.
Um dos slogans do Dans Le Noir? é: “não perguntamos o que você quer comer, e sim o que não pode comer”. Assim, alergias e eventuais problemas com alimentos são esclarecidos antes da entrada. Sem perigos. Ana Carolina e sua amiga escolheram apenas o prato principal e a sobremesa, no cardápio vermelho. Depois disso, ela conta: “um garçom deficiente visual veio para nos levar ao salão principal. Fomos em fila indiana junto com os outros clientes, e o garçom puxou nossas cadeiras e nos sentou. Depois disso, disse que nosso pedido chegaria logo”.
No ambiente alegre, animado, com músicas pop – como Madonna – é possível ouvir risadas e altas conversas. Talvez para quebrar a ansiedade de não saber o que se vai comer e não enxergar nada à sua volta. Ana disse que “não é escuro que você consegue ver uma silhueta aqui e ali, é escuridão completa, total mesmo”. Os pratos chegam e a curiosidade é tanta que a primeira coisa a se fazer é tocar na comida. Até para saber como comer, não é mesmo? O jantar das duas amigas foi um prato de carne vermelha com osso, purê de batatas e ervilhas, seguido de crème brûlée.
“Muitas vezes a gente levou o garfo vazio à boca. Depois foi se acostumando com o peso, sentindo a comida no talher”, disse Ana. E deu para sentir, realmente, como é não poder enxergar? “Sim”. Durante todo o jantar – que durou por volta de uma hora – o garçom se assegurava de que as duas estavam bem. A preocupação com a segurança dos clientes é grande por parte do Dans Le Noir?, já que alguns, mesmo que poucos, podem se sentir desconfortáveis no escuro.
Para os curiosos, Ana Carolina não forneceu nenhum dos dados – tamanho do salão, quantidade de garçons, chefs trabalhando numa cozinha iluminada. E nem podia: a experiência é realmente no escuro. Sem nenhuma chance de uma luzinha de celular brilhar – até porque você o deixa guardado com seus demais pertences em um armário antes de entrar no restaurante.

VIAGENS · 13.01.11 05:51
Chegou a época mais esperada do ano: para muita gente, verão é tempo de férias. Hora de guardar o terno e a gravata e curtir dias de lazer e descanso. E quem viaja em família sabe que é preciso pensar na diversão dos pequenos para garantir férias tranqüilas para a família toda.
A equação é simples: crianças entediadas, pais estressados. A Check-In Deville traz algumas dicas básicas para preparar um bom roteiro para a família.
Pra onde ir?
Para as crianças, estar em um lugar diferente já é sinônimo de diversão. Basta sair da rotina e encontrar novas paisagens. Não esqueça de colocar na bagagem os itens que vão garantir a brincadeira dos seus filhos. Para quem vai para o litoral, o kit praia (com baldinhos, pás, caminhões de areia) é indispensável. Boias infláveis também não podem faltar. Na hora de escolher um lugar na areia, observe os pontos onde há salva-vidas e fique atento aos movimentos das crianças dentro da água, especialmente no mar. Prefira as praias de águas calmas.
Para quem vai fazer um roteiro diferente, como montanha, hotel fazenda ou cidades do interior, é importante incluir na bagagem das crianças brinquedos para atividades ao ar livre: bola, jogo de bets, patins, bicicleta.

E ainda tem os cuidados extras com o bem-estar dos seus filhos: não esqueça do filtro solar infantil, reaplicando sempre que houver exposição solar contínua ou após banho de mar e piscina.
Choveu... e agora?
Faça uma lista com brincadeiras e leve com você. Assim, se chover, as crianças terão outras atividades. Jogos de tabuleiros e brincadeiras de esconde-esconde são uma ótima pedida.
Também busque informações sobre lugares de lazer próximos ao seu destino de viagem. Centros recreativos, parques de diversão e clubes aquáticos podem fazer parte da programação em dias mais nublados, ou quando a família buscar uma atividade diferente.
VIAGENS · 02.12.10 07:24
Ter uma festa de réveillon famosa mundialmente que atrai milhões de pessoas não é uma exclusividade do Rio de Janeiro. Outras cidades do mundo também são conhecidas por seus grandes e tradicionais espetáculos de ano novo. Em cada uma delas há uma característica diferente, que torna a hora da virada um espetáculo único.
Sydney Imagine a emoção de ser um dos primeiros no mundo a comemorar o ano novo? A fantástica queima de fogos na Baía de Sydney, que reúne mais de um milhão de pessoas anualmente, é o principal momento de uma festa que começa cedo. Logo depois do meio-dia, bares e estabelecimentos abrem suas portas para comemorar a parada “Harbour of Light”. E como qualquer outro lugar no hemisfério Sul, é verão na Austrália e você pode aproveitar a viagem para conhecer as belíssimas praias do país.
foto: Flickr Nova York Mostrado em vários filmes americanos, o Réveillon de Nova York provavelmente é a festa de ano novo mais conhecido de todo mundo. Pontualmente às 23:59, começa a contagem regressiva e a descida da famosa bola luminosa, que fica no topo do edifício número 1 da Times Square. O movimento começa cedo, na tarde do dia 31 de dezembro. Telões espalhados pelos prédios da região facilitam a visualização da bola. Uma festa com muito frio e espera; mas certamente inesquecível.
Berlim O Portal de Brandebugo é o local dessa incrível comemoração que juntar toneladas de fogos de artifício, show de luzes, dança, música, comida e muita cerveja. Para completar a celebração, na noite de ano novo também existe a “Party Mile”, uma discoteca ao ar livre, cheia de DJ’s e artistas de todo mundo que certamente farão você esquecer o frio alemão nessa época do ano.
foto: Estadão Cidade do CaboAo contrário de todo resto do mundo, na Cidade do Cabo a festa é dia 2 de janeiro. É o que eles chamam de Tweede Nuwejaar, o Segundo Ano-Novo. A tradição é assim porque o segundo dia de janeiro era a única folga que os escravos tinham em todo ano. Desde o século 18 a comemoração é feita com muita música e dança, com dezenas de grupos e bandas vestidos com roupas coloridas que saem no centro em direção ao bairro Bo-Kaap.
Dubai O objetivo do governo local é transformar o ano novo do Emirado em uma das maiores festas do mundo, portanto espere bastante luxo! O hotel sete estrelas Burj AL Arab, conhecido por sua forma de vela de barco, concentra a maioria das festividades do Réveillon. Aqueles que não podem arcar com os custos do baile de gala do hotel podem aproveitar a praia de Jumeirah, que tem vista perfeita para todo o espetáculo de queima de fogos.
VIAGENS · 09.11.10 08:31
Viagens a trabalho, com a família ou de férias pedem conforto. Um bom hotel, bom atendimento, boa comida... mas e quando a ideia é rodar vários lugares do mundo apenas com uma mochila nas costas?
Você consegue se imaginar passando seis meses fora de casa, sem conforto, caminhando o dia todo e dormindo cada noite num lugar diferente? Pois tem gente que largaria tudo pra viver um tempo assim. São os famosos mochileiros, que literalmente viajam o mundo somente com uma mochila que leva o essencial para sobreviver.
Foi o instinto aventureiro que levou o casal Guilherme Canever, 33 anos e Bianca Soprana, 30, a abrir mão da rotina, do conforto e da estabilidade para fazer uma viagem de 18 meses. Sim, isso mesmo: 1 ano e meio viajando por países da África, Ásia e Europa. Eles rodaram 38 países, passando todo esse tempo imersos nas mais diferentes culturas.
O planejamento envolve finanças, preparo físico e, principalmente, cabeça aberta: “a primeira coisa que recomendamos é que a pessoa busque um roteiro de países com realidades bem diferentes da sua”, conta Bianca. “Só assim é possível vivenciar a viagem, experimentar as outras culturas sem ficar preso àquilo que a gente vive na nossa rotina, que é fundamental numa viagem tão longa”. Desapego é a palavra de ordem, afinal passar tanto tempo somente com os itens de uma mochila é um desafio.
Por falar em mochila, os viajantes dão a dica na hora de montar uma mala de mochilão. “O peso da mochila não pode ultrapassar 10% do seu peso, senão fica desconfortável”. Bianca passou todo esse tempo com um guarda-roupa restrito: 2 bermudas, uma calça comprida, 2 regatas, 4 camisetas e alguns poucos calçados. “Um bom tênis para caminhar e um par de havaianas, que é considerada até um item fashion em qualquer país onde você vá”. Para não passar frio, a dica é montar o roteiro passando sempre pelos lugares nas estações mais quentes e eliminando a necessidade de levar roupas muito pesadas na mochila.
E quanto custa uma aventura dessas? Entre 8 e 15 mil dólares, dependendo do estilo do viajante. Quanto mais econômica for a viagem, mais tempo na estrada. Guilherme indica os lugares mais baratos que cruzaram na viagem: “em primeiro lugar a Índia, onde gasta-se de 6 a 15 dólares por dia, incluindo transporte, alimentação e hospedagem”. O casal usou a rede couch surfing para conseguir hospedagens baratas e, de quebra, ainda conhecer pessoas de todos os lugares: “o couch surfing funciona muito bem, você está o tempo todo conhecendo as pessoas que moram em cada local e isso ajuda a absorver melhor a cultura”, contam.

E engana-se quem pensa que só pessoas jovens encaram uma aventura dessas. Guilherme e Bianca encontraram gente de toda idade e cultura e conheceram vários casais com idades entre 55 e 60 anos de mochila nas costas, fora de casa há meses. A experiência de quem escolhe o mochilão como estilo de vida vai além da compreensão: “só quem viaja entende. É mais do que um choque cultural, é um choque descobrir coisas sobre si mesmo”, destaca Bianca, que é psicóloga clínica e professora. “Quem viaja não está em ciclo nenhum, não precisa fazer parte de nada em nenhum momento. Mas nem tudo são flores: viajar é um sonho quando você começa a planejar, quando a coisa ainda está no papel. Na prática, viajar o mundo assim deixa de ser sonho e passa a ser desafio”, finaliza. E pelo jeito, é impossível parar: o casal já planeja um novo mochilão para 2011.
Os relatos da viagem, ricos em fotos e informações sobre cada local, estão nos blogs Saí por Aí e Também Saí.
VIAGENS · 05.10.10 15:07
Café com rodas, café de grife, café com delícias: variações do cafezinho se espalham pelo mundo

É impossível fazer uma viagem sem incluir um cafezinho no roteiro. A cena é clássica: diariamente, dezenas de turistas sentam na Piazza Navona, em Roma, para apreciar um dos cenários turísticos mais clássicos da Itália enquanto saboreiam o típico café italiano.
O hábito do cafezinho é tão difundido no Brasil e no mundo que novos espaços de degustação se espalham pelas grandes metrópoles. Os ambientes, antes restritos ao café e à leitura, ganham diferenciais ao redor do mundo atraindo públicos diferenciados, afoitos por novidades e entretenimento cultural.
Um bom exemplo são os bike cafés: típicos da Dinamarca, que já ocupou o posto de capital mundial das bicicletas, os cafés com bicicleta agora são a nova febre em Londres. Os espaços foram projetados para receber os ciclistas unindo o hábito de pedalar ao prazer de degustar um bom café. Dá pra "estacionar" a bike no bicicletário ou simplesmente sentar-se à mesa com ela ao lado, fazer pequenos reparos na oficina do próprio local, participar de workshops ou assistir filmes. Vai pra Londres? Anote os nomes de alguns dos bike cafés mais famosos da estação: Look Mum No Hands, Container Cafe e Rapha Cycle Club.
Quem gosta de moda ou grifes não pode deixar de conhecer o Café Marc Jacobs. O espaço, que leva a assinatura de um dos estilistas mais famosos da atualidade, fica junto à loja de Marc Jacobs na Piazza Del Carmine (Milão). O café-bar tem 300 m2 e traz, além de cafés e drinks, acessórios e peças de moda da linha do estilista. A decoração impecável e moderna traz muitas cores, neon e texturas, num projeto arquitetônico assinado por Stephan Jaklitsch - arquiteto nova-iorquino que já tem outros trabalhos com Marc Jacobs no portfólio.
Mais perto, na nossa vizinha Argentina, o café é acompanhado de uma das delícias mais famosas do país portenho: a medialuna. Com recheios variados, doces ou salgados, a massa em formato de meia-lua (daí vem o nome) é servida em praticamente todos os cafés da capital Buenos Aires.
Túlio Bragança, brasileiro que morou em Buenos Aires por 4 anos, conta que existem dois tipos de medialunas: manteca e grasa (manteiga e gordura). A de manteiga é mais leve, tem textura mais suave. "Tem até uma rede especializada em medialunas, com várias filiais em Buenos Aires, a Medialunas Del Abuelo. Mas a melhor de grasa dizem que está na Panaderia dos Escudos, que fica em Palermo", explica Túlio.
"A melhor medialuna de manteiga é no El Galeón, na Avenida Santa Fé com a Gurruchaga". Ele também dá a dica para os turistas escolherem as melhores medialunas: "Para saber se uma medialuna de grasa está boa, você tem que reparar se ela está clarinha, açucarada por fora e se ela rasga facilmente. Não tem erro: elas não podem estar duras ou queimadas, tem que ser crocantes e se desfazer na boca", finaliza Túlio.
Londres, Itália, Argentina, não importa o destino: provar cafés ao redor do mundo ainda é um dos programas turísticos clássicos e indispensáveis.
VIAGENS · 09.09.10 16:42
O mundo fica ainda menor para quem tem dupla cidadania
Com certeza você tem algum amigo ou conhecido que possui cidadania de outro país. Ter dupla cidadania pode facilitar a entrada, permanência e o trânsito em outros países. Seja pela imigração dos séculos XVIII e XIX ou pela globalização que permite uma movimentação intensa de indivíduos pelo mundo, é possível encontrar pessoas que mantêm as culturas de seus ancestrais ou adotam outros países pelo mundo inteiro. Afinal, nascer em um determinado local não impede que você se identifique com outro. Se o sentimento de identificação for intenso, é possível que você queira se tornar cidadão desta "home away from home", sem necessariamente abrir mão da sua "cidadania original". Daí, surgem as dúvidas: mas quem pode? E como é o processo? O Check-in Deville responde para vocês.

Dupla cidadania para descendentes
Se seus antepassados são originários de outros países do mundo, você pode manter laços estreitos com "suas origens" através do pedido para obtenção de dupla cidadania. Os filhos e netos de espanhóis, por exemplo, pode requerê-la. Para os netos, o pré-requisito é que, caso eles tenham até 18 anos, seus pais já tenham o direito reconhecido. Após esta idade, eles podem fazer o requerimento a qualquer momento desde que tenham um ano de residência legal na Espanha. A dupla cidadania para descendentes de italianos é um pouco mais abrangente: têm direito a ela filhos, netos, bisnetos e tataranetos de italianos, desde que seja mantida a linha paterna. Caso haja uma mulher na linha de transmissão, o direito à cidadania só é transmitido aos filhos nascidos depois de 01/01/1948.
Dupla cidadania para cônjuges
Que o casamento pode render um visto de residência permanente para o cônjuge estrangeiro, todo mundo sabe. Afinal, não foi apenas uma ou duas vezes que vimos isso na televisão. Em raros casos, também pode justificar um pedido de cidadania. A Itália, por exemplo, concede cidadania para as esposas de italianos ou descendentes casadas antes de abril de 1983. Para as que se casaram depois dessa data, é necessário completar três anos de casamento antes de requerer a cidadania.
Dupla cidadania para imigrantes
Imigração ainda é um assunto delicado, que poder gerar discussões polêmicas, especialmente quando ligada a nações específicas. Mesmo assim, em alguns países, imigrantes podem se tornar cidadãos depois de conseguirem visto para moradia permanente no local e atendendo a alguns pré-requisitos. O Canadá é uma das nações que concede cidadania para estrangeiros que se mudam para lá, desde que tenham 18 anos, sejam residentes permanentes e tenham morado no Canadá por pelo menos três anos durante os últimos quatro.
Geralmente, os requerimentos são levados adiante por advogados ou associações e, para comprovar seu direito, é importante reunir documentos de familiares que vieram de fora ou dos cônjuges. Quer saber mais? As embaixadas e consulados de cada país possuem informações detalhadas sobre a possibilidade de ter reconhecido o direito à cidadania.
VIAGENS · 30.08.10 15:07
Uma mistura surpreendente de cores e sabores na África
O maior mercado ao ar livre da África fica na Etiópia e emprega nada menos que 13 mil pessoas. A mistura de cores, aromas e sabores é única. A variedade de produtos surpreende porque vai de peças de roupa e calçados a temperos e produtos nada comuns em mercados - como as famosas Kalashnikovs, também conhecidas como AK-47. Mesmo assim, o produto mais popular é o café.

Para quem gosta de aromas, os visitantes garantem: as melhores barracas são de perfumes e temperos, que impressionam pela variedade. Além disso o Merkato tem uma interessante "área de reciclagem", com produtos feitos de matérias recicláveis.
Dica da Check-in Deville: dê uma esticadinha nos arredores do Merkato e visite também o Mosteiro Al-Anwar e a Catedral da Santa Família.

VIAGENS · 23.08.10 14:40
Sair às compras de barco? A Tailândia oferece esta opção

Mesmo que James Bond não tivesse passado por ali, o mercado flutuante Damnoen Saduak, a 80 Km de Bangkok, Tailândia, se tornaria uma atração turística. Quem não gostaria de visitar um mercado em que as lojas são barcos? Isso mesmo: as compras são flutuantes, os barcos vão e vem pelo canal em busca de negócios.
A compra, a venda e a troca de produtos nos barcos não são a única atração: muitas das embarcações funcionam como quiosques de comida e bebida, ou pequenos restaurantes onde os visitantes provam um pouco da culinária local.
Os principais produtos vendidos no maior mercado flutuante da Tailândia são frutas, verduras e especiarias, mas há barcos mais voltados para os turistas, que vendem artesanato, camisetas e bijuterias. Os turistas, aliás, são os que mais visitam este mercado. Os tailandeses preferem lugares menos conhecidos, como Taling Chan, mais próximo de Bangkok; Bang Khu Wiang, pelo qual passam monges toda manhã; e Amphawa, um dos poucos mercados que funcionam à tarde.
Damnoem Saduak – Bangkok, Tailândia
Aberto de segunda à sexta-feira das 7 às 11 horas
Para chegar lá, é preciso pegar um ônibus no Southern Bus Terminal para a província de Samut Sangkhram Ratchaburi. Chegando lá, basta andar ou ir de barco até o mercado.
VIAGENS · 16.08.10 14:57
Compras e cultura em feiras na Itália e na Austrália
Porta Palazzo

Mercado a céu aberto é o que não falta em Torino, na Itália – em cada esquina tem um diferente. Mas o Porta Palazzo é o maior mercado a céu aberto da Europa e desde 1825 transforma a Piazza della Repubblica em um grande centro comercial. De roupas a itens para a casa, brinquedos e produtos alimentícios, tudo relacionado à cultura torinesa, italiana e aos imigrantes da região. E como era de se esperar, comida é a especialidade: se for ao Porta Palazzo, aproveite as delícias gastronômicas.
Porta Palazzo – Torino, Italy
Aberto de segunda à sexta-feira pela manhã
Sábado o dia todo
Queen Victoria Market
Listado no Registro da Herança Vitoriana, o mercado é um importante representante da cultura da cidade de Melbourne, na Austrália. Pelos sete hectares estão diversas barracas – hoje em dia nem todas a céu aberto, verdade seja dita.
Entre os produtos encontrados ali estão frutas e verduras, carne, aves e frutos do mar, além de roupas, sapatos, joias e artesanato.
Curiosidade: quem vai até o Queen Victoria espera ver também a van de donuts quentes para poder se deliciar com uma das famosas donuts de geleia.
Queen Victoria Market – Melbourne, Austrália
Aberto terça e quinta-feira das 6 às 14 horas
Sexta-feira das 6 às 17 horas
Sábado das 6 às 15 horas
Domingo das 9 às 16 horas
VIAGENS · 09.08.10 15:17
Dos Estados Unidos para o Brasil: conheça o maior local para compras ao ar livre na América Latina
Ver-o-Peso

Maior mercado a céu aberto da América Latina, tem mais de 380 anos e fica em Belém, no Pará. O nome remete ao passado: ali foram instaladas as Casas do Ver-o-Peso, onde as mercadorias que entravam ou saíam da Amazônia eram pesadas para que fossem cobrados os impostos. Hoje é um dos cartões-postais da capital paraense, com construções históricas como o Mercado de Ferro, a Praça do Relógio, a Doca e o Solar da Beira. Lá tem de tudo: pães, carnes, frutas, verduras, frutos do mar, ervas medicinais, produtos de umbanda, roupas e artesanato da região.
Curiosidade: no Ver-o-Peso você vai conhecer as mandigueiras. Elas fazem "poções mágicas" no melhor estilo "trago seu amor de volta em 7 dias". Misturando ervas, perfumes e pedaços de animais as poções mágicas prometem curar tudo, de corações partidos a doenças.

VIAGENS · 02.08.10 15:09
As feiras ou mercados a céu aberto são uma boa opção para quem quer conhecer um lugar e levar alguma lembrança para casa
Toda viagem envolve alguma compra, nem que seja uma revista para passar o tempo no aeroporto, no avião ou no ônibus. Se a viagem é de turismo, a "passadinha" no shopping é quase obrigatória. Por que não aproveitar para, além de fazer compras, conhecer um pouco mais sobre a cultura local? Os mercados a céu aberto unem compras e cultura em ambientes que misturam charme a um toque de caos. A Check-in Deville escolheu alguns dos maiores e mais interessantes mercados abertos do mundo e, durante o mês de agosto, vai apresentá-los aqui para que você possa inclui-los em seus roteiros de viagem.
Portland Saturday Market

Portland não é uma das grandes metrópoles americanas. Mas lá fica o maior mercado a céu aberto em contínuo funcionamento dos Estados Unidos. Isso quando o clima permite: de março a dezembro. Apesar do nome, o mercado abre aos domingos também.
Lá os visitantes podem encontrar artigos de artesanato e barracas de comida com opções que vão da cozinha polonesa à libanesa. Do palco principal, diversas bandas entretêm os visitantes.
Portland Saturday Market – Portland, Oregon /Estados Unidos
Aberto de março a dezembro nos finais de semana
Sábado das 10 às 17 horas
Domingo das 11 às 16h30
VIAGENS · 19.07.10 17:22
Roteiros especialmente desenvolvidos permitem um aprendizado longe de salas de aula e livros

Naquelas aulas de história do ensino médio, você certamente pensou que seria muito mais fácil aprender sobre o contexto e as conseqüências da Revolução Cubana se pudesse passar uma tarde passeando por Havana. Você não foi o único. Aliás, tanta gente cresceu pensando nisso que "ir até Havana estudar história" acabou se tornando um roteiro turístico. Assim como viajar até a Grécia para estudar filosofia, ir à Alemanha para aprender sobre cervejas e tantos outros roteiros de aprendizado. São as viagens de conhecimento, cada vez mais populares entre aqueles que não se contentam com a calmaria de um resort ou a correria de um tour pela Europa.
De acordo com o sócio da agência Latitudes Alexandre Cymbalista, o objetivo é agregar algo além do destino em si e aproveitar de uma forma mais intensa, embora mais tranquila. O tema é então a atração principal. Os destinos são conseqüência. Não há melhor lugar para discutir filosofias orientais do que a Índia ou o Nepal, por exemplo.
"As pessoas recebem uma série de informações numa viagem normal, mas não existe nenhum diálogo", diz Cymbalista sobre a principal diferença entre viagens "normais" e viagens de conhecimento. Segundo ele, essas informações somente serão transformadas em conhecimento se houver uma troca, um debate. "Nas viagens de conhecimento, você normalmente tem mais tempo nos lugares, muito mais diálogo, muito mais tempo para absorver as informações e tem outras pessoas com o mesmo interesse que você", explica o empresário. Outra diferença é a duração das viagens: em média, 15 dias. Mas algumas chegam a durar de 20 a 25 dias, enquanto outras são mais curtinhas, durando dez dias.
Roteiros para quem?
Mas quem trocaria férias de descanso por férias de aprendizado? Cymbalista reconhece que este tipo de viagem não é uma demanda de massa e que, possivelmente, nunca será. Mas, segundo ele, este nicho de mercado ainda pode crescer muito. "As pessoas se relacionam muito bem dentro do grupo e acabam voltando, muitas vezes com amigos", conta.
A composição dos grupos está diretamente relacionada aos temas, mas, em geral, homens e mulheres de diversas idades têm demonstrado interesse nas viagens de conhecimento. O único ponto que o empresário diz ser essencial na hora de decidir entre uma viagem comum e uma de conhecimento é o seu interesse no tema: "Não adianta você querer ir para a Grécia pensando em ilhas gregas quando a gente vai discutir história e filosofia".
Conheça algumas opções de roteiro:
Bem-vindo a Cuba
Uma boa oportunidade para os que se sentem fascinados pela história da ilha socialista da América Latina. Acompanhados por uma geógrafa e especialista em estudos latino-americanos, os participantes poderão aprender um pouco mais sobre Cuba passando por Havana, Trinidad, Cayo Coco e Santa Clara.
Na terra da cerveja
Passando por Alemanha, República Tcheca e Bélgica, os participantes tem a oportunidade de aprender mais sobre os ingredientes e o processo de fabricação das cervejas, além de ter contato com as cervejarias artesanais, os mosteiros que ainda produzem cervejas especiais.
O céu do Atacama
Se prédios e luzes das cidades atrapalham aqueles que querem saber mais sobre os segredos do céu, nada melhor do que um deserto para aprender mais sobre astronomia. Nessa viagem, os participantes tem essa oportunidade, além de poderem apreciar as belas e únicas paisagens formadas principalmente por causa das cores do céu do deserto.

Alexandre Cymbalista é sócio da Latitudes – Viagens de Conhecimento, agência especializada em roteiros turísticos guiados por especialistas e com foco no aprendizado.
VIAGENS · 18.05.10 17:22
O turismo que vai além do descanso e do passeio, e que rende experiências únicas

Talvez você já tenha pensado em viajar de moto pelo deserto da Patagônia. Ou pegar um ônibus para um destino desconhecido sem compromisso, apenas para conhecer pequenas cidades e descobrir hábitos diferentes. Mas na hora de definir seu roteiro de férias, acaba optando pela praticidade dos pacotes tradicionais, ou pelo conforto das viagens com roteiros pré-definidos.
As viagens de experiência, inspiradas na busca de aventuras e sensações desconhecidas, vem conquistando muitos adeptos no Brasil. Elas ganham esse nome por diferenciar-se dos lugares comuns, saindo de destinos populares, deixando de lado as programações turísticas habituais e proporcionando para os viajantes experiências únicas e inesquecíveis.
A Check-in Deville traz nesta edição uma compilação de experiências turísticas curiosas, marcantes e até mesmo imprescindíveis para você planejar a sua viagem de experiência.
1. Moto tour pela Patagônia
Não é à toa que nossa matéria começa citando esse destino, um dos preferidos dos brasileiros. A vizinhança com os países de destino – Argentina e Chile – é uma das razões pelas quais o roteiro de moto pela Patagônia costuma ser escolhido por quem busca novas experiências turísticas. Mas não é só isso que a Patagônia proporciona. Paisagens belíssimas em meio a cenários ora áridos, ora gélidos (é possível traçar roteiros cruzando a Cordilheira dos Andes) por si só já valeriam a viagem. Mas pelo caminho os viajantes fazem paradas por cidades próximas que fazem parte do roteiro obrigatório, como Ushuaia, na Argentina, onde ficam os únicos bosques antárticos do planeta. A passagem pela cidade de Pucón, no Chile, garante a vista para o vulcão Villa Rica, um dos mais ativos do país.
No Brasil, já existem operadoras especializadas em organizar esse tipo de viagem. Afinal, mais do que espírito aventureiro, é importante estar bem equipado, o que inclui desde uma boa motocicleta até roupas para temperaturas abaixo de zero – em junho e julho, a média em alguns pontos da Patagônia é de 5 graus negativos.
2. Suécia e o sol da meia-noite
A viagem pode ser considerada uma experiência que mexe com os sentidos dos brasileiros, acostumados com a rotina e as estações bem definidas de um país tropical. Afinal, imagine morar num lugar onde no inverno os dias são escuros; e no verão, temos noites iluminadas. Este é um atrativo muito peculiar deste país nórdico, em que algumas cidades são contempladas com um dos fenômenos mais belos da natureza: o famoso "sol da meia-noite". É o caso da capital Estocolmo e também de lugares mais bucólicos como o vilarejo de Abisko. O sol da meia-noite já foi tema de filmes, inspirou autores, poetas, e é resultado da localização do país, sob o Círculo Polar Ártico: a inclinação do eixo da Terra em relação ao sol faz com que no verão os dias sejam mais longos, proporcionando um espetáculo de beleza com sol à meia-noite.
3. Voar de asa delta no Rio de Janeiro
Um dos destinos preferidos pelos turistas estrangeiros, que abriga cartões postais clássicos do Brasil – como o Cristo Redentor – o Rio de Janeiro oferece aventuras emocionantes para quem não tem medo de altura e já não se contenta com o passeio de bondinho.
Uma das opções parte da Pedra Bonita, que fica a 525 metros de altura, com pouso na praia de São Conrado. O vôo dura cerca de 15 minutos, proporcionando um cenário cheio de belezas naturais e o clássico friozinho na barriga para quem tem coragem de aventurar-se nas alturas. Este tipo de aventura turística deve ser feito sempre com o acompanhamento de profissionais, e há dezenas de empresas especializadas em vôos turísticos de asa delta no Rio de Janeiro.
4. Jantar à luz de velas no deserto do Saara
Românticos inveterados, eis a prova de que qualquer lugar pode ser um bom lugar para uma nova experiência. Quem procura fazer turismo na região do Saara vai encontrar, além de muitos turbantes e passeios de camelo, a possibilidade de fazer um jantar à luz de velas em meio às dunas. Os passeios pelo deserto, de camelo, moto ou jipe, são feitos sempre com o acompanhamento de guias locais. De Erfoud, às "margens" do Saara, para Erg Chebbi, paraíso das dunas, é preciso passar a noite acampando em barracas típicas dos Berberes (o povo da região). Os guias também podem ser ótimos cozinheiros, auxiliando os visitantes no preparo da refeição. Sob a luz das velas, enquanto você janta, os ventos do deserto desenham as dunas ao seu redor.
5. Safári na Tanzânia
Um dia em meio ao habitat natural de leopardos, zebras, girafas e outros animais selvagens que parecem não se importar com a circulação frequente de jipes. Cheios de turistas, os veículos passeiam quase que livremente pelos parques naturais da Tanzânia, como o Serengetti, um dos mais tradicionais. O safári é um misto de ecotour – pelo contato intenso com a natureza - com viagem de experiência; afinal, circular entre tantas espécies exóticas é a grande emoção do safári, transportando os turistas para um mundo só visto nos programas de televisão.
VIAGENS · 15.04.10 17:37
Fazer o passaporte, tirar o visto e entender a imigração de cada país é essencial pra quem pretende viajar para fora do Brasil
Programar uma viagem para fora do país requer, além de planejamento, uma dose extra de paciência para enfrentar as burocracias obrigatórias para turistas. Passaporte, visto, passagens, documentos, tudo precisa estar em ordem para evitar dores de cabeça durante a viagem. Por onde começar? A Check-in Deville traz algumas orientações básicas pra ajudar no seu planejamento.
Comece pelo passaporte: ele é um documento essencial pra quem vai viajar pra fora do país. Emitido pela Polícia Federal, funciona como uma carteira de identidade internacional. Lá estão as informações necessárias para entrar em outros países. Mas não é só isso. O passaporte também precisa estar atualizado e, em alguns lugares, o visto é exigido para passar pela imigração. Mais informações podem ser encontradas no site da Polícia Federal: http://www.dpf.gov.br/
Passaporte em mãos, é hora de tirar o visto. As modalidades de visto variam de acordo com o objetivo da sua viagem – negócios, turismo e trabalho são as mais comuns. Desde que os Estados Unidos aumentaram as exigências com imigrantes no país, tirar o visto americano ficou um pouco mais trabalhoso. O agendamento precisa ser feito com antecedência, via internet, e a concessão do visto é feita na embaixada americana nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife. No site da embaixada você encontra tudo o que precisa, como a lista de documentos necessários: http://www.embaixada-americana.org.br.
Se a sua viagem é para os países vizinhos de Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai), boas notícias: o visto e o passaporte não são necessários. Você só vai precisar de um documento de identidade atual.
Outra dica interessante para planejar uma boa viagem: comprando as passagens com antecedência é possível economizar alguns reais – e em algumas embaixadas, é importante apresentar as passagens de ida e volta para conseguir o visto.
Selecionamos alguns dos destinos mais procurados pelos brasileiros, com informações burocráticas e turísticas úteis.
Embaixada da França - Brasília – DF Telefone: (0xx61) 3312-9100 | www.ambafrance-br.org.br | france@ambafrance.org.br
Para visitar a França é necessário apresentar somente o passaporte, com validade de seis meses a partir da data do embarque. O período de permanência para turistas é de três meses. Após esse tempo, o visto é necessário.
Destino turístico favorito de muitos brasileiros, é também unanimidade entre viajantes do mundo todo. A França vai muito além de Paris. Inclua no seu roteiro uma passada pela Riviera Francesa, pelos Alpes e pelas vilas de Provence.
Embaixada da Itália - Brasília – DF Telefone: (0xx61) 3442-9900 | http://www.ambbrasilia.esteri.it | ambasciata.brasilia@esteri.it
Como turista (até 3 meses) o visto não é necessário. Mas é preciso comprovar sustentabilidade financeira para quem vai passar algum tempo no país, para evitar problemas com as delegacias de fronteira italianas. Um dos grandes centros culturais do mundo, berço de artistas como Leonardo da Vinci e Michelangelo. Os destinos preferidos são Roma e Veneza, mas a Itália conta com inúmeras praias, campos e os alpes cobertos de neve no inverno.
Embaixada Britânica - Brasília – DF Telefone: (0xx61) 3329-2300 | http://www.reinounido.org.br/ | contato@reinounido.org.br
Para turistas, o visto de visitante é válido por três meses e concedido no momento do desembarque. A capital Londres é um dos destinos preferidos dos brasileiros, mas se estiver por lá não deixe de conhecer o norte do país também. Arquitetura antiga no estilo vitoriano, paisagens belíssimas e uma vida noturna agitada na região das universidades.
Embaixada da Espanha - Brasília – DF
Telefone: (0xx61) 3701-1600 | http://www.maec.es/embajadas/brasilia/es/home | embespbr@correo.mae.es A permanência sem visto no país é permitida para turistas por um prazo máximo de 90 dias. O espírito latino está presente no modo de viver dos espanhóis. Noites agitadas, boa comida, povo acolhedor. Não deixe de provar a paella tipicamente espanhola e programe suas atividades de acordo com um dos hábitos mais tradicionais do país: a siesta.

VIAGENS · 10.03.10 12:08
Arte e turismo se fundem em viagens recheadas de experiências culturais
Imagine passar alguns dias na região dos vinhedos gaúchos e de quebra ainda assistir ao maior festival de cinema da América Latina. Ou passar um final de semana relaxando na praia onde acontece um importante festival literário.
O Brasil é cheio de opções para quem tem apenas alguns dias para viajar e quer aproveitar o tempo de lazer para agregar conhecimento.
São feiras, festas típicas e festivais espalhados por todo o território para agradar aos amantes da arte. A proposta é vir pra dentro, conhecer o Brasil, seu povo e suas principais vertentes de arte, cultura e diversão.
Selecionamos alguns eventos para você conhecer. Confira a seguir:
Festival de Teatro de Curitiba
O que é? A capital paranaense recebe anualmente centenas de produções artísticas teatrais, que se revezam nos palcos da cidade e também em outros espaços como parques, museus e praças. Em seus 2190 espetáculos, já levou arte e entretenimento para 1,4 milhões de pessoas. A mostra paralela FRINGE reúne artistas nacionais e grupos de países como Espanha, Colômbia e Peru.
Quando? De 16 a 28 de março
Informações: http://www.festivaldecuritiba.com.br/

Virada Cultural
O que é? Inspirada na "Nuit Blanche" de Paris, que anualmente agita a capital francesa, a Virada Cultural de São Paulo promove 24 horas ininterruptas de shows musicais. Organizada pela prefeitura local, leva atrações de primeira linha para cidadãos de todos os gostos.
Quando? A Virada 2010 ainda não tem data, mas ocupará um final de semana de maio.
Informações: http://viradacultural.org/
Festival de Dança de Joinville
O que é? Maior festival de dança do mundo pelo Guinness Book. Joinville recebe grupos de dança de vários países para apresentações que vão do ballet clássico ao street dance. Os turistas ainda desfrutam do complexo turístico da cidade, cuja arquitetura e culinária se diferenciam pela forte influência européia.
Quando? De 21 a 31 de julho
Informações: http://www.festivaldedanca.com.br/2010/home/index.php
Festival de Inverno de São João Del Rey
O que é? Festival cultural anual realizado na cidade que leva o título de Capital Brasileira da Cultura. Música erudita, arquitetura, literatura e artes plásticas são temas para diversas oficinas, exposições, seminários e shows com ícones da música brasileira.
Quando? De 17 a 31 de julho
Informações: http://www.invernocultural.ufsj.edu.br

Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP)
O que é? Encontro da elite intelectual brasileira e internacional que se reúne para leituras, oficinas, shows, palestras, entrevistas, mesas literárias e discussões. Consagrada como uma das maiores incentivadoras da produção literária nacional. Paraty, cidade sede da FLIP, é um espetáculo à parte, com o mar azul-turquesa da baía de Ilha Grande e enormes faixas intactas de Mata Atlântica.
Quando? De 4 a 8 de agosto
Informações: http://www.flip.org.br/
Festival de Cinema de Gramado
O que é? Ponto de encontro de atores, profissionais da área, estudiosos de cinema, integrantes da imprensa e público em geral. Os filmes de maior destaque no ano são premiados. O Kikito, troféu máximo, anima os debates sobre a produção cinematográfica nacional neste festival que é o maior do gênero na América Latina.
Quando? Ainda sem data marcada, o Festival de Cinema de Gramado acontece tradicionalmente em agosto.
Informações: http://www.festivaldegramado.net/
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